Etutore

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O uso da tecnologia, seja como recurso didático ou simplesmente para facilitar o trabalho do professor, não pode ser ignorado. A velocidade com que a tecnologia evolui é extremamente rápida, e alguns professores já incomodados com a execução de tarefas repetitivas e braçais, como o preenchimento de diários de classe em papel e a transcrição manual de notas, já começaram a abraçar a tecnologia por conta própria, recrutando seus notebooks para facilitar estas tarefas e resgatar seus preciosos finais de semana. O custo da tecnologia se torna, a cada dia, mais irrelevante em vista da economia que seu emprego traz.

LogoFoi pensando nisto e na necessidade de aumentar a transparência e a comunicação entre alunos e instituição de ensino, que a plataforma Etutore foi desenvolvida. Através da observação do dia-a-dia dos professores, e de sua consultoria, foi possível desenvolver uma série de ferramentas para facilitar a coordenação pedagógica e acadêmica, reunidas em um serviço gratuito, de uma forma flexível, para que fosse possível atender desde o ensino fundamental até o ensino superior.

Através da plataforma, é possível acompanhar a performance e tirar dúvidas dos alunos em tempo real. Os alunos contam com um painel de fácil acesso para acompanhamento das aulas, frequências, notas, materiais de estudo, atividades, fóruns e chats.

É possível criar listas de exercícios e avaliações no ambiente virtual, usando questões objetivas de múltipla escolha, escolha simples e verdadeiro ou falso, além de questões discursivas. Todas as questões objetivas são corrigidas automaticamente pelo sistema e a nota é instantânea. As questões discursivas são corrigidas também por meio da plataforma, mas pelo professor, de forma fácil e intuitiva.

Através da ferramenta de processo seletivo, é possível usar o histórico escolar, notas prévias de provas ou ENEM, para selecionar os alunos a serem matriculados. O sistema realiza a inscrição dos candidatos, permite a inclusão de cotas de vagas e já faz automaticamente a classificação para a lista de convocados. A integração dos módulos de processo seletivo com o módulo de gestão escolar permite a matrícula dos classificados com um único clique.

O serviço já está sendo utilizado em caráter experimental há 6 meses por mais de 3500 alunos, 320 turmas e 80 professores, dos cursos oferecidos à distância pelo Instituto Federal Goiano (http://www.ifgoiano.edu.br/).
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Mais informações sobre o serviço podem ser encontradas no endereço http://etutore.com ou através do email contato@etutore.com.

“Não se pode cobrar das escolas um bom desempenho se elas estiverem décadas atrás do que já se tornou trivial nas práticas sociais.” Luis Carlos de Menezes, educador da USP


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8 motivos para dizer não à faculdade

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por Bohemian Mom

Você já deve estar se perguntando “que pais em sã consciência não gostariam que seus filhos entrassem em uma faculdade?”. Eu já meio que esperava que o conselho tutelar (Child Protective Services) viesse até minha casa simplesmente por escrever isso. Algum tempo atrás eu mesmo teria evitado este artigo e concluído que seu autor não é um bom pai. Mas um olhar crítico sobre as razões às quais a faculdade pode não ser a melhor escolha, revela outro lado da história que a maioria dos pais normalmente não estão cientes.

Já de antemão eu quero declarar que se nossos filhos desejam uma profissão que exige faculdade, é claro que vamos incentivar e apoiá-los a seguir seus sonhos. No entanto, eles irão definitivamente saber as conseqüências em relação aos benefícios.

Primeiro, vamos examinar o caminho tradicional que já está arraigado em todos nós.

Faça seu dever de casa. Consiga boas notas. Vá para uma boa faculdade. Consiga um emprego. Trabalhe por 45 anos ou mais para pagar todas as dívidas. Economize para a faculdade do seu filho e sua aposentadoria. Siga as regras do jogo. O sucesso será seu.

Soa familiar?

Todos nós já ouvimos este mantra através de nossa família, nossos professores, nossos chefes e pela TV como se fosse o único caminho que a sociedade nos fornece para o sucesso. Para muitos, de acordo com que a economia fica pior, esse mito ecoa ainda mais alto. “Precisamos de mais educação para competir em um mercado de trabalho mais fraco”, diz a sociedade. Mas será que isso é realmente verdade, dada a atual situação econômica?

Eu entendo que para algumas pessoas a faculdade será um passo necessário na busca de seus sonhos. Por exemplo, aqueles que querem se tornar médicos certificados nos EUA devem estudar em uma universidade aprovada pela American Medical Association.

Mas antes, eles devem perguntar a si mesmo “por que” eles querem ser médicos.

Para ajudar as pessoas? Para ganharem bem? Por prestígio entre a família e os colegas? Então, pode ser sábio ponderar se se tornar um médico é a melhor maneira de atingir esses objetivos. Certamente deve haver outras maneiras de ajudar as pessoas, ganhar bem, e ganhar o respeito de seus entes queridos sem acumular um quarto de milhão de dólares em dívida antes do início da vida profissional, certo?

De qualquer forma, a faculdade pode ser necessária para alguns a alcançar seus sonhos. Mas vamos nos certificar que nossos filhos sabem que existem outros caminhos, outras formas inovadoras para atingir seus objetivos, e certamente outras maneiras de gastar de 4 a 8 dos melhores anos de suas vidas.

Aqui estão oito razões pelas quais a faculdade não é encorajada em nossa casa:

1. Está obsoleta

Por que um estudante de enfermagem precisa de mais quatro anos cursando disciplinas como Literatura Inglesa ou Álgebra? Da mesma forma, por que um graduação na área de Negócios têm qualquer necessidade de Anatomia e Fisiologia? Eu sei, eu sei, voltamos a aquele velho argumento de que a faculdade é “ensinar nossas crianças a pensarem”. Ou talvez a linha de raciocínio do “conhecimento abrangente”? Eu não engulo essa. Depois de 13 anos de escolaridade pré-faculdade, a maioria das disciplinas fora de foco de uma graduação parece ser um desperdício de tempo e dinheiro.

Além disso, o mundo está mudando em alta velocidade mas o sistema de educação ainda está se movendo no ritmo de um caracol. No ritmo exponencial de mudança na ciência e na tecnologia, quando alguém se gradua após de 4 a 6 anos de faculdade, os dois primeiros anos provavelmente já estarão obsoletos, exigindo ainda mais escolaridade. Que enrascada!

Além do mais, com um smartphone e a Internet, todo o conhecimento do mundo está literalmente na palma da nossa mão. Aliás, conhecimento avançado não está mais confinado às paredes de tijolo e argamassa das universidades.

2. Terrível mercado de trabalho

Neste pobre clima econômico onde o mercado de trabalho dos Estados Unidos entrou em uma seca prolongada, os universitários não tem garantia de um emprego. De fato, apenas 53% dos recém-formados em os EUA são empregados em tempo integral. E mesmo o desemprego juvenil global tem sido rotulado de “crise”.

De acordo com a análise do New York Times de números do desemprego recentes:

As taxas de emprego para recém-formados têm caído drasticamente nos últimos dois anos, assim como os salários iniciais para aqueles que conseguem encontrar trabalho. Além disso, apenas metade dos postos de trabalho destes novos graduados exigem um diploma universitário, revivendo debates sobre se o ensino superior ‘vale a pena’, afinal.

Então, o mito de que as crianças devem frequentar a faculdade para conseguir um emprego já foi provado ser falso. As crianças de hoje precisam de mais do que a educação padrão para se destacar em um campo lotado de formandos comuns.

3. Custo proibitivo

O custo de ir para a faculdade contra os benefícios faz dela um péssimo investimento. O empresário James Altucher nos detalha os números com bastante precisão:

O custo médio de matrícula é de aproximadamente US $ 16.000 por ano. Além disso, devemos assumir mais US $ 10.000 em custos de vida, livros, etc. 26.000 dólares no total, a um custo total de US $ 104.000 em um período de 4 anos. Algumas pessoas optam por gastar mais, indo para uma faculdade privada e algumas pessoas optam por gastar menos com uma faculdade pública, mas isso é uma média. Além disso, existe um enorme pressuposto de que este gasto vai durar apenas por 4 anos. De acordo com o Departamento de Educação, apenas 54% dos estudantes concluem sua graduação dentro de 6 anos. Assim, para os outros 46% que não se formarão, ou irão levar 10 anos para se graduarem, este é um péssimo investimento. Mas vamos supor que seus filhos se incluem na primeira metade que se graduarão dentro de seis anos (e esperemos que dentro de quatro).

Vale a pena? Primeiro, vamos olhar para a questão completamente somente ponto de vista monetário. Ao longo de uma vida, de acordo com CollegeBoard, pode se esperar de alguém com graduação ganhar 800 mil dólares americanos mais do que o seus colegas que não foram para a faculdade. 800 mil dólares é um grande diferencial e que potencialmente poderiam separar os ricos dos não-ricos.

Se eu pegar esses 104 mil dólares e escolher investir em uma conta poupança que tenha receita de juros de 5% ao ano, eu ia acabar com um extra de $ 1,4 milhões ao longo de um período de 50 anos. Um total de 600.000 dólares mais. Esse $ 600.000 é um monte de dinheiro extra que um jovem de 18 anos poderia esperar em sua aposentadoria. Eu também acho que o $ 800,000 citado acima é muito alto. Neste momento, a maioria das crianças motivadas que têm o interesse e recursos para ir para a faculdade acha que este é o único caminho a percorrer se quiserem um bom trabalho. Se estes mesmos jovens decidirem não ir para a faculdade, o meu palpite é que eles rapidamente conseguirão preencher esta lacuna de 800.000 dólares.

Não há muito o que dizer. Este é um ruim investimento para os pais e empréstimos (financiamentos) estudantis são financeiramente irresponsáveis por colocar um fardo nas costas de nossos filhos antes mesmos de começarem sua vida profissional.

4. A servidão da dívida

Como o custo de vida continua a superar os aumentos salariais, já é difícil o suficiente sobreviver a cada semana, e muito mais avançar financeiramente. Quando os jovens começam sua vida adulta sobrecarregados com centenas de milhares de dívida, isto quase garante que eles estarão presos a uma vida de servidão da dívida. Em outras palavras, eles estarão em uma posição onde terão que aceitar qualquer trabalho que eles podem encontrar apenas para pagar esta obrigação, independentemente de suas paixões. Adicione a esta situação, a pressão e prestígio fabricado de “possuir” uma casa, ter um bom carro, começar uma família ou se vestir uma determinada maneira, e você tem todos os ingredientes para desperdiçar uma vida tentando pagar por estas coisas. Eu não estou certo se isso fazia parte do sonho americano original, mas, infelizmente, é, indiscutivelmente, o que se tornou. Certamente, há mais maneiras mais realizadoras de gastar o nosso tempo limitado neste planeta do que correr na mesma roda de hamster nossas vidas inteiras.

5. Conhecimento é grátis

É importante destacar a diferença entre escola e conhecimento. Os dois não andam de mãos dadas. Muitas pessoas vão para a faculdade e nunca adquirem qualquer conhecimento útil, enquanto muitas pessoas que nunca frequentaram a escola se tornaram algumas das pessoas mais sábias e mais bem sucedido do mundo.

Em 1700, o conhecimento estava limitado àqueles que tinham os recursos para comprar livros, ou aqueles que poderiam se dar ao luxo de mandar seus filhos para a escola (a maioria ficava em casa a trabalhar no negócio da família). Ben Franklin entendeu que, para ter condições de igualdade na sociedade, todos devem ter acesso ao conhecimento. Assim, ele fundou a primeira biblioteca pública da América (que mais tarde tornou-se na Universidade da Pensilvânia). Agora que a Internet funciona como uma biblioteca open-source global e está distribuindo conhecimento de graça, todos tem a capacidade de aprender gratuitamente sobre o que eles estão mais interessados.

Não há necessidade de gastar dinheiro apenas para obter um pedaço de papel dizendo que “oficialmente adiquiriram conhecimento”. Qual é o objetivo? O pedaço de papel, ou o conhecimento real? Se é o conhecimento, como eu espero que deve ser, então a faculdade deixa de ser a forma mais eficiente de alcançar esse objetivo.

6. Juventude perdida

Para todos aqueles que dizem que tiveram a melhor época sua vida na faculdade, eu pergunto: “Você não poderia ficar bêbado e flertar com o sexo oposto, sem ter ido à faculdade?” Nós provavelmente tivemos a melhor época de nossas vidas porque nós éramos jovens, saudáveis​​, despreocupados e foi a primeira vez que estávamos fora de controle dos nossos pais. A faculdade passou a ser apenas o lugar onde vivemos esta experiência. Mas é um preço muito alto a se pagar, uma vez que todos esses fatores não deixam de existir na ausência de uma faculdade.

Além disso, quantos de vocês foram para a faculdade por pura obrigação? Meus pais nunca me deram opção, embora, em retrospecto, eu não estava maduro o suficiente para apreciar a minha educação super cara. Então, eu saí fora. Foi só mais tarde na vida que eu soube o que eu queria ser, que eu comecei a apreciar escola. Então, eu comecei a tirar notas excelentes para me tornar uma enfermeira.

Nestes mais incríveis anos de vida, de transição de criança para adulto, imagine o que poderia ser experimentado ou alcançado quando você não está trancado em um dormitório por obrigação (Veja as inúmeras alternativas para a faculdade ao final do artigo). Finalmente, a faculdade estará sempre lá para seus filhos, não importa quando e se eles decidirem ir.

7. Escolhas de vida limitadas

Muitas pessoas que encontramos dizem que estão com inveja de nosso estilo de vida de estarmos permanentemente viajando, mas eles se sentem muito presos a suas obrigações financeiras para tentar um estilo de vida alternativo. Este é o resultado de o ciclo de servidão de débito explicado anteriormente, que começa com o empréstimos (financiamentos) estudantis. Por causa das dívidas contraídas, durante a faculdade, e uma série de outras razões, muitos jovens acabam limitando suas opções na vida. Geralmente nos dizem o contrário, mas uma vez que um estudante se compromete a uma área de estudo, eles podem sentir-se obrigados a buscar aquela carreira, mesmo se perderem o interesse na área. A maioria das crianças geralmente não sabem o que querem aos 18 anos de idade.

A vida deve ser uma coleção de experiências, e não uma coleção de bijuterias brilhantes que não significam nada em nossos leitos de morte. Se buscarmos uma vida fora da caixa proverbial – uma vida de viagens, de paixão, de aventura, de independência -, então as pressões sociais e dívidas de faculdade se tornar uma prisão que irão nos restringir uma estreita faixa de experiências. Assim que sairmos da caixa e percebemos isso, as comportas de alternativas para o caminho “normal” se abrem.

8. Inúmeras alternativas

Este é o outro lado da história que os pais supostamente não deveriam saber, ou até mesmo contemplar para seus filhos. Primeiro, ele começa com querer algo para o seu filho que é muito mais importante do que o sucesso social – a felicidade! E isso só pode ser alcançado se nós permitimos que nossos filhos vivam suas paixões. Afinal de contas, a vida é deles, a decisão é deles e o nosso trabalho é de atuar como guias para ajudá-los a seguir o seu próprio caminho, não para ditar alguma fantasia social.

Mesmo os nossos pais ainda se amargam de termos desisto da definição tradicional de sucesso para perseguir um estilo de vida alternativo de educação em casa e aventura extensa. Nossa felicidade parece ter tomado um papel secundário em sua mente em comparação com a angústia que sentem sobre a falta de seus netos, e nossa rejeição dos sonhos que tinham planejado para nós. Embora isto tenha sido um pouco doloroso, nós somos gratos a eles por ajudar a moldar o que acreditamos ser importante para os nossos filhos.

Então, quais são as alternativas disponíveis, em vez de ir para a faculdade? Primeiro, eles podem fazer cursos on-line através OpenCourseware ou iTunes U se quiserem acumular créditos para faculdade. Eles podem aprender uma habilidade, tornando-se aprendizes. Eles podem se voluntariar em uma instituição de caridade ou até mesmo uma grande empresa para aprender como as organizações funcionam. Eles podem viajar fazendo bicos ao longo do caminho (ou obter certificado ESL para ensinar Inglês no exterior). Eles podem começar seu próprio negócio, uma organização sem fins lucrativos, ou rentabilizar um blog. Eles podem encontrar um mentor ou se tornar um especialista auto-didata em uma área que os motive. Eles podem criar algo bonito, arte, música, artesanato, escrever um livro, ou construir algo. Esta lista é interminável, e eles vão ganhar grande conhecimento com cada um destes exemplos e muito mais.

Finalmente, eles podem conseguir um emprego em meio período e desfrutar de sua juventude despreocupadamente até que descubram sua paixão. Devemos parar de assumir que a “falta de direção” é igual a fracasso. Não é, se estão felizes. Não devemos desperdiçar a nossa breve vida fazendo algo que os outros esperam que façamos.

Neste momento, nossos meninos aprendem o que lhes interessa e é relevante para as suas vidas. Todos nós aprendemos melhor quando estamos inspirados. E temos muita confiança nessa abordagem para prepará-los para a vida. O universo tem um jeito engraçado de dar às pessoas o que elas desejam. Infelizmente, a maioria das pessoas estão muito ocupadas reclamando sobre a sua situação para definirem o que querem de suas vidas.

Em conclusão, nós ensinamos nossos filhos que eles devem fazer o que amam. Que a felicidade é muito mais importante do que qualquer símbolo de status ou salário, não importa o que outras pessoas pensem. Nenhum sonho é grande demais para ser alcançado. O caminho de faculdade-emprego é apenas uma das maneiras de atingir determinados objetivos, entre uma série de outras experiências, talvez, mais gratificantes.

Este artigo é a tradução de um artigo que apareceu pela primeira vez no blog de viagens da familia Bohemian Travelers.

http://truththeory.com/2012/02/29/8-reasons-to-say-no-to-college/