Por que comprar localmente?

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Por: LocalHarvest

A maioria do que é produzido nos EUA é colhido de 4 a 6 dias antes de ser colocado nas prateleiras dos supermercados, e é transportado por uma média de 2.400 quilômetros antes de ser vendido. E isso levando em consideração apenas o que é produzido somente nos EUA. Estas distâncias são substancialmente maiores quando consideramos produtos importados do México, Ásia, Canadá, América do Sul e outros lugares.

Nós só podemos dar ao luxo de fazer isso agora por causa dos preços artificialmente baixos de energia, e ao externalizar os custos ambientais deste sistema de produção de comida de alto desperdício. Fazemos isto também em detrimentos dos pequenos agricultores ao subsidiar agro-negócios de larga escala com a ajuda do governo e custo energético artificialmente baixo.

Óleo barato não vai durar para sempre. A produção mundial de óleo já atingiu seu pico, de acordo com algumas estimativas, e enquanto a demanda por energia continuar a crescer, a oferta vai começar a diminuir em breve, fazendo o preço da energia atingir as alturas. Seremos forçados então a reavaliar nossos sistemas de comida e a colocar mais ênfase em métodos agrícolas mais eficientes com relação ao uso de energia, como agricultura orgânica de pequena escala, e em produção local sempre que possível.

Energia barata e subsídios agrícolas facilitam um tipo de agricultura que está destruindo e poluindo nosso solos e águas, enfraquecendo nossas comunidades, e concentrando poder e riqueza na mãos de poucos. Está também ameaçando a segurança de nossos sistemas alimentares, como demonstrado pela frequente contaminação por e-Coli, contaminação por transgênicos, e outras ameaças aos sistemas de saúde que vemos hoje nos noticiários.

Estes sistemas alimentares de larga escala, orientado à agro-negócios, estão fadados ao fracasso em longo prazo, afundados por sua própria própria insustentabilidade. Mas por que esperar até que sejamos forçados pelas circunstâncias a abandonar nossos padrões de consumo destrutivos? Podemos começar agora, comprando alimentos produzidos localmente sempre que possível. Ao fazer isso você estará ajudando a preservar o ambiente, e estará fortalecendo nossa comunidade ao investir seu dinheiro perto de casa. Somente 18 cents de cada dólar, ao comprar em um grande supermercado, vai pro produtor. 82 cents vai para vários intermediários desnecessários. Os elimine do cenário e compre sua comida diretamente do seu fazendeiro local.

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9 epifanias que viraram o meu mundo de cabeça para baixo

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Por: David, Raptitude (http://www.themindunleashed.org/2013/11/9-mind-bending-epiphanies-that-turned.html)

Ao longo dos anos eu aprendi uma dezena de pequenos truques e ideias para tornar a vida mais gratificante. Eles se somaram de forma a gerar uma melhora significativa na facilidade e qualidade da minha vida diária. Mas as grandes descobertas vieram de um punhado de ideias que abalaram completamente meu mundo e redefiniu minha realidade para sempre.

O mundo agora parece ser completamente diferente do mundo que vivi em cerca de dez anos atrás, quando eu comecei a observar os mecanismos de qualidade de vida. Não foi o mundo (e as pessoas que vivem nele) que mudou, foi a forma como eu penso sobre ele.

Talvez você teve alguns dos mesmos insights. Ou talvez você está prestes a fazê-lo.

1. Você não é sua mente

A primeira vez que eu ouvi alguém dizer isso, eu não gostei nem um pouco de como soou. O que mais eu poderia ser? Eu tinha dado como certo que aquela conversação dentro de minha cabeça era o “eu” central onde todas as experiências de minha vida estariam acontecendo. Eu vejo agora, bem claramente, que a vida nada mais é que experiências passadas, e meus pensamentos são apenas mais uma categorias de coisas que eu experimento. Pensamentos não são mais fundamentais do que cheiros, imagens e sons. Como qualquer experiência, eles surgem em minha consciência, eles tem uma certa textura, e depois dão lugar a outra coisa. Se você puder observar seus pensamentos da mesma forma como observa outros objetos, quem estará fazendo a observação? Não responda de imediato. Esta questão, e sua resposta indizível, estão no centro de todas as grandes religiões e tradições espirituais.

2. A vida se desdobra apenas em momentos

É claro! Esta foi a coisa mais importante que já aprendi em toda minha vida. Ninguém jamais experimentou qualquer coisa que não fosse parte do desdobramento de um momento único. Isto significa que o único desafio da vida é lidar com o momento singular que você está tendo exatamente agora. Antes de eu reconhecer isto, eu tentava constantemente resolver toda minha vida – batalhando problemas que não estavam de fato acontecendo. Qualquer um pode resolver lidar com um único, presente momento, contanto que estejam totalmente cientes de que este é seu único ponto de contato com a vida, e portanto não há mais nada que se possa fazer que seja de alguma utilidade. Ninguém pode lidar com o passado ou o futuro, ambos existem somente como pensamentos, no presente. Mas podemos nos matar tentando.

3. Qualidade de vida é determinada por como você lida com seus momentos, e não por quais momentos aconteceram ou deixaram de acontecer

Agora eu considero esta verdade como sendo o básico da felicidade, mas ainda é fascinante o quão tentador é tentar agarrar o controle de toda circunstância para se certificar de que conseguirei exatamente o que eu quero. Encontrar uma situação indesejável e trabalhá-la com boa vontade é a marca de uma pessoa sábia e feliz. Imagine ter um pneu furado, se adoentar em um período ruim, ou esbarrar em alguma coisa e quebrá-la – e não sofrer nada com isso. Não há o que temer se concordar consigo mesmo a lidar de bom grado com a adversidade sempre que ela aparecer. Essa é a forma de tornar a vida melhor. O método tradicional, abaixo da média, é esperar que você eventualmente acumule poder sobre as circunstâncias de forma que consiga o que quer mais frequentemente. Uma excelente frase da música Modest Mouse, celebra o efeito colateral da sabedoria: A vida vai passando, e o terrível vai ficando mais suave.

4. A maior parte da vida é imaginária

Os seres humanos tem o hábito de pensamento compulsivo que é tão profundo que perdemos de vista o fato de que estamos quase sempre pensando. Na maior parte do tempo nós não interagimos com o mundo em si, mas com as nossas crenças sobre ele, nossas expectativas sobre ele, e nossos interesses pessoais nele. Temos uma grande dificuldade em observar algo sem confundi-lo com os pensamentos que temos sobre ele, e assim a maior parte do que nós experimentamos na vida é de coisas imaginárias. Como Mark Twain disse: “Eu já passei por coisas terríveis em minha vida, algumas das quais realmente aconteceu.” O melhor tratamento que eu encontrei? Cultivar a atenção plena.

5. Os seres humanos evoluíram para sofrer, e somos melhores em sofrer do que qualquer outra coisa

Caramba! Isso não soa como uma descoberta muito libertadora. Eu costumava acreditar que se eu estava sofrendo, isso significava que algo estava errado comigo – que eu estava vivendo a vida de forma “errada”. Sofrer é completamente humano e completamente normal, e existe uma razão muito boa para sua existência. O zumbido persistente da vida que diz “isto não está muito bom, eu preciso melhorar isto”, associado a flashes intensos de horror ocasionais e adrenalina são o que tem mantido os serem humanos vivos por milhões de anos. Este desejo de mudar ou fugir do momento presente conduz quase todo o nosso comportamento. É um mecanismo simples e implacável que funcionou excepcionalmente bem em nos manter vivo, porém tem um terrível efeito colateral: os seres humanos sofrem muito pela sua própria natureza. Isso, para mim, redefiniu cada um dos problemas da vida assim como cada ramificação da condição humana. Por mais triste que pareça, essa percepção é libertadora porque significa: 1) que sofrimento não necessariamente significa que minha vida está errada, 2) que a bola está sempre do meu lado da quadra, de modo que o grau de meu sofrimento depende somente de mim, e 3) que todos todos os problemas tem a mesma causa e a mesma solução.

6. Emoções existem para nos inclinar para certos comportamentos

Essa descoberta mudou completamente meu velho entendimento das emoções. Eu costumava pensar que emoções eram indicadores confiáveis do estado da minha vida – se eu estava no caminho certo ou não. Seus estados emocionais passageiros não podem ser confiáveis para medir sua auto-estima ou sua posição na vida, mas eles são ótimos para ensinar-lhe do que você não pode abrir mão. O problema é que emoções nos tornam tendenciosos e mais fortes ao mesmo tempo. Outro mecanismo de sobrevivência com efeitos colaterais desagradáveis.

7. Todas as pessoas operam a partir dos mesmos dois motivos: para satisfazer os seus desejos e escapar do sofrimento

Aprender isto me permitiu finalmente entender como as pessoas podem machucar umas às outras tão seriamente. A melhor explicação que eu tinha disso antes era de que algumas pessoas simplesmente são más. Não importa que tipo de comportamento as pessoas demonstram, elas estão agindo da forma mais eficaz de que são capazes (naquele momento) para satisfazer um desejo ou para aliviarem seu sofrimento. Estes são motivos que todos nós podemos entender; nós variamos somente em método, e os métodos que cada um de nós temos a nossa disposição depende de nossa educação e nossas experiências de vida, bem como nosso estado de consciência. Alguns métodos são habilidosos e úteis para alguns, e outros são inábeis e destrutivos, e quase todo comportamento destrutivo é inconsciente. Então não existe bom e mau, somente esperto e burro (ou sábio e tolo). Entender isso sacudiu completamente minhas antigas noções de moralidade e justiça.

8. Crenças não são nada do que se orgulhar

Acreditar em algo não é uma conquista, realização ou feito. Eu cresci achando que crenças são algo para se orgulhar, mas elas não são nada além de opiniões que alguém recusa a reconsiderar. Crenças são fáceis. Quanto mais forte são suas crenças, menos você está aberto ao crescimento e sabedoria,  porque “a força da crença” é apenas a intensidade com que você resiste a questionar-se. Assim que você sente orgulho de uma crença, assim que você acha que isso acrescenta algo à sua pessoa, então você a tornou parte de seu ego. Quando você ouvir qualquer conservador “duro na queda” ou liberal falar sobre suas convicções profundas, você está ouvindo alguém que nunca vai escutar qualquer palavra que você diga ou se importar com qualquer coisa – a não ser que eles acreditem no mesmo que você. É gratificante falar com convicção, é gratificante que as pessoas concordem com você, e esta onda é o que os “duros na queda” buscam. Onde quer que haja uma crença, há também uma porta fechada. Pegue as crenças que lhe falam mais alto, seja humilde, e honestamente nunca tenha medo de abrir mão delas.

9. Objetividade é subjetiva

A vida é uma experiência subjetiva e disso não se pode fugir. Cada experiência que eu tenho vem através do meu próprio ponto de vista, pessoal, impartilhável. Não pode haver qualquer análise exterior da minha experiência direta, nenhuma corroboração real. Isto tem implicações importante sobre como eu vivo minha vida. A mais imediata é que eu percebo que eu devo confiar em minha própria experiência pessoal , porque ninguém mais tem esse ângulo, e somente EU tenho esse ângulo. Outro é que eu sinto mais admiração pelo mundo ao redor de mim, sabendo que qualquer entendimento “objetivo” que eu clamo ter do mundo é construído inteiramente do zero, por mim. O que eu faço depende dos livros que li, das pessoas que encontrei, e das experiências que tive. Isso significa que nunca irei ver o mundo da mesma forma que qualquer outra pessoa, que significa que nunca irei viver exatamente no mesmo mundo de qualquer outra pessoa – e portanto eu não devo deixar observadores exteriores serem autoridade no que eu sou, ou no que a vida é realmente pra mim. Subjetividade é experiência primaria – é vida real, e objetividade é algo que cada um de nós construímos em nossa mente, privadamente, a fim de explicar tudo. Esta verdade tem implicações de despedaçar mundos no que tange religião e ciência daqueles que a entendem.

8 motivos para dizer não à faculdade

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no college

por Bohemian Mom

Você já deve estar se perguntando “que pais em sã consciência não gostariam que seus filhos entrassem em uma faculdade?”. Eu já meio que esperava que o conselho tutelar (Child Protective Services) viesse até minha casa simplesmente por escrever isso. Algum tempo atrás eu mesmo teria evitado este artigo e concluído que seu autor não é um bom pai. Mas um olhar crítico sobre as razões às quais a faculdade pode não ser a melhor escolha, revela outro lado da história que a maioria dos pais normalmente não estão cientes.

Já de antemão eu quero declarar que se nossos filhos desejam uma profissão que exige faculdade, é claro que vamos incentivar e apoiá-los a seguir seus sonhos. No entanto, eles irão definitivamente saber as conseqüências em relação aos benefícios.

Primeiro, vamos examinar o caminho tradicional que já está arraigado em todos nós.

Faça seu dever de casa. Consiga boas notas. Vá para uma boa faculdade. Consiga um emprego. Trabalhe por 45 anos ou mais para pagar todas as dívidas. Economize para a faculdade do seu filho e sua aposentadoria. Siga as regras do jogo. O sucesso será seu.

Soa familiar?

Todos nós já ouvimos este mantra através de nossa família, nossos professores, nossos chefes e pela TV como se fosse o único caminho que a sociedade nos fornece para o sucesso. Para muitos, de acordo com que a economia fica pior, esse mito ecoa ainda mais alto. “Precisamos de mais educação para competir em um mercado de trabalho mais fraco”, diz a sociedade. Mas será que isso é realmente verdade, dada a atual situação econômica?

Eu entendo que para algumas pessoas a faculdade será um passo necessário na busca de seus sonhos. Por exemplo, aqueles que querem se tornar médicos certificados nos EUA devem estudar em uma universidade aprovada pela American Medical Association.

Mas antes, eles devem perguntar a si mesmo “por que” eles querem ser médicos.

Para ajudar as pessoas? Para ganharem bem? Por prestígio entre a família e os colegas? Então, pode ser sábio ponderar se se tornar um médico é a melhor maneira de atingir esses objetivos. Certamente deve haver outras maneiras de ajudar as pessoas, ganhar bem, e ganhar o respeito de seus entes queridos sem acumular um quarto de milhão de dólares em dívida antes do início da vida profissional, certo?

De qualquer forma, a faculdade pode ser necessária para alguns a alcançar seus sonhos. Mas vamos nos certificar que nossos filhos sabem que existem outros caminhos, outras formas inovadoras para atingir seus objetivos, e certamente outras maneiras de gastar de 4 a 8 dos melhores anos de suas vidas.

Aqui estão oito razões pelas quais a faculdade não é encorajada em nossa casa:

1. Está obsoleta

Por que um estudante de enfermagem precisa de mais quatro anos cursando disciplinas como Literatura Inglesa ou Álgebra? Da mesma forma, por que um graduação na área de Negócios têm qualquer necessidade de Anatomia e Fisiologia? Eu sei, eu sei, voltamos a aquele velho argumento de que a faculdade é “ensinar nossas crianças a pensarem”. Ou talvez a linha de raciocínio do “conhecimento abrangente”? Eu não engulo essa. Depois de 13 anos de escolaridade pré-faculdade, a maioria das disciplinas fora de foco de uma graduação parece ser um desperdício de tempo e dinheiro.

Além disso, o mundo está mudando em alta velocidade mas o sistema de educação ainda está se movendo no ritmo de um caracol. No ritmo exponencial de mudança na ciência e na tecnologia, quando alguém se gradua após de 4 a 6 anos de faculdade, os dois primeiros anos provavelmente já estarão obsoletos, exigindo ainda mais escolaridade. Que enrascada!

Além do mais, com um smartphone e a Internet, todo o conhecimento do mundo está literalmente na palma da nossa mão. Aliás, conhecimento avançado não está mais confinado às paredes de tijolo e argamassa das universidades.

2. Terrível mercado de trabalho

Neste pobre clima econômico onde o mercado de trabalho dos Estados Unidos entrou em uma seca prolongada, os universitários não tem garantia de um emprego. De fato, apenas 53% dos recém-formados em os EUA são empregados em tempo integral. E mesmo o desemprego juvenil global tem sido rotulado de “crise”.

De acordo com a análise do New York Times de números do desemprego recentes:

As taxas de emprego para recém-formados têm caído drasticamente nos últimos dois anos, assim como os salários iniciais para aqueles que conseguem encontrar trabalho. Além disso, apenas metade dos postos de trabalho destes novos graduados exigem um diploma universitário, revivendo debates sobre se o ensino superior ‘vale a pena’, afinal.

Então, o mito de que as crianças devem frequentar a faculdade para conseguir um emprego já foi provado ser falso. As crianças de hoje precisam de mais do que a educação padrão para se destacar em um campo lotado de formandos comuns.

3. Custo proibitivo

O custo de ir para a faculdade contra os benefícios faz dela um péssimo investimento. O empresário James Altucher nos detalha os números com bastante precisão:

O custo médio de matrícula é de aproximadamente US $ 16.000 por ano. Além disso, devemos assumir mais US $ 10.000 em custos de vida, livros, etc. 26.000 dólares no total, a um custo total de US $ 104.000 em um período de 4 anos. Algumas pessoas optam por gastar mais, indo para uma faculdade privada e algumas pessoas optam por gastar menos com uma faculdade pública, mas isso é uma média. Além disso, existe um enorme pressuposto de que este gasto vai durar apenas por 4 anos. De acordo com o Departamento de Educação, apenas 54% dos estudantes concluem sua graduação dentro de 6 anos. Assim, para os outros 46% que não se formarão, ou irão levar 10 anos para se graduarem, este é um péssimo investimento. Mas vamos supor que seus filhos se incluem na primeira metade que se graduarão dentro de seis anos (e esperemos que dentro de quatro).

Vale a pena? Primeiro, vamos olhar para a questão completamente somente ponto de vista monetário. Ao longo de uma vida, de acordo com CollegeBoard, pode se esperar de alguém com graduação ganhar 800 mil dólares americanos mais do que o seus colegas que não foram para a faculdade. 800 mil dólares é um grande diferencial e que potencialmente poderiam separar os ricos dos não-ricos.

Se eu pegar esses 104 mil dólares e escolher investir em uma conta poupança que tenha receita de juros de 5% ao ano, eu ia acabar com um extra de $ 1,4 milhões ao longo de um período de 50 anos. Um total de 600.000 dólares mais. Esse $ 600.000 é um monte de dinheiro extra que um jovem de 18 anos poderia esperar em sua aposentadoria. Eu também acho que o $ 800,000 citado acima é muito alto. Neste momento, a maioria das crianças motivadas que têm o interesse e recursos para ir para a faculdade acha que este é o único caminho a percorrer se quiserem um bom trabalho. Se estes mesmos jovens decidirem não ir para a faculdade, o meu palpite é que eles rapidamente conseguirão preencher esta lacuna de 800.000 dólares.

Não há muito o que dizer. Este é um ruim investimento para os pais e empréstimos (financiamentos) estudantis são financeiramente irresponsáveis por colocar um fardo nas costas de nossos filhos antes mesmos de começarem sua vida profissional.

4. A servidão da dívida

Como o custo de vida continua a superar os aumentos salariais, já é difícil o suficiente sobreviver a cada semana, e muito mais avançar financeiramente. Quando os jovens começam sua vida adulta sobrecarregados com centenas de milhares de dívida, isto quase garante que eles estarão presos a uma vida de servidão da dívida. Em outras palavras, eles estarão em uma posição onde terão que aceitar qualquer trabalho que eles podem encontrar apenas para pagar esta obrigação, independentemente de suas paixões. Adicione a esta situação, a pressão e prestígio fabricado de “possuir” uma casa, ter um bom carro, começar uma família ou se vestir uma determinada maneira, e você tem todos os ingredientes para desperdiçar uma vida tentando pagar por estas coisas. Eu não estou certo se isso fazia parte do sonho americano original, mas, infelizmente, é, indiscutivelmente, o que se tornou. Certamente, há mais maneiras mais realizadoras de gastar o nosso tempo limitado neste planeta do que correr na mesma roda de hamster nossas vidas inteiras.

5. Conhecimento é grátis

É importante destacar a diferença entre escola e conhecimento. Os dois não andam de mãos dadas. Muitas pessoas vão para a faculdade e nunca adquirem qualquer conhecimento útil, enquanto muitas pessoas que nunca frequentaram a escola se tornaram algumas das pessoas mais sábias e mais bem sucedido do mundo.

Em 1700, o conhecimento estava limitado àqueles que tinham os recursos para comprar livros, ou aqueles que poderiam se dar ao luxo de mandar seus filhos para a escola (a maioria ficava em casa a trabalhar no negócio da família). Ben Franklin entendeu que, para ter condições de igualdade na sociedade, todos devem ter acesso ao conhecimento. Assim, ele fundou a primeira biblioteca pública da América (que mais tarde tornou-se na Universidade da Pensilvânia). Agora que a Internet funciona como uma biblioteca open-source global e está distribuindo conhecimento de graça, todos tem a capacidade de aprender gratuitamente sobre o que eles estão mais interessados.

Não há necessidade de gastar dinheiro apenas para obter um pedaço de papel dizendo que “oficialmente adiquiriram conhecimento”. Qual é o objetivo? O pedaço de papel, ou o conhecimento real? Se é o conhecimento, como eu espero que deve ser, então a faculdade deixa de ser a forma mais eficiente de alcançar esse objetivo.

6. Juventude perdida

Para todos aqueles que dizem que tiveram a melhor época sua vida na faculdade, eu pergunto: “Você não poderia ficar bêbado e flertar com o sexo oposto, sem ter ido à faculdade?” Nós provavelmente tivemos a melhor época de nossas vidas porque nós éramos jovens, saudáveis​​, despreocupados e foi a primeira vez que estávamos fora de controle dos nossos pais. A faculdade passou a ser apenas o lugar onde vivemos esta experiência. Mas é um preço muito alto a se pagar, uma vez que todos esses fatores não deixam de existir na ausência de uma faculdade.

Além disso, quantos de vocês foram para a faculdade por pura obrigação? Meus pais nunca me deram opção, embora, em retrospecto, eu não estava maduro o suficiente para apreciar a minha educação super cara. Então, eu saí fora. Foi só mais tarde na vida que eu soube o que eu queria ser, que eu comecei a apreciar escola. Então, eu comecei a tirar notas excelentes para me tornar uma enfermeira.

Nestes mais incríveis anos de vida, de transição de criança para adulto, imagine o que poderia ser experimentado ou alcançado quando você não está trancado em um dormitório por obrigação (Veja as inúmeras alternativas para a faculdade ao final do artigo). Finalmente, a faculdade estará sempre lá para seus filhos, não importa quando e se eles decidirem ir.

7. Escolhas de vida limitadas

Muitas pessoas que encontramos dizem que estão com inveja de nosso estilo de vida de estarmos permanentemente viajando, mas eles se sentem muito presos a suas obrigações financeiras para tentar um estilo de vida alternativo. Este é o resultado de o ciclo de servidão de débito explicado anteriormente, que começa com o empréstimos (financiamentos) estudantis. Por causa das dívidas contraídas, durante a faculdade, e uma série de outras razões, muitos jovens acabam limitando suas opções na vida. Geralmente nos dizem o contrário, mas uma vez que um estudante se compromete a uma área de estudo, eles podem sentir-se obrigados a buscar aquela carreira, mesmo se perderem o interesse na área. A maioria das crianças geralmente não sabem o que querem aos 18 anos de idade.

A vida deve ser uma coleção de experiências, e não uma coleção de bijuterias brilhantes que não significam nada em nossos leitos de morte. Se buscarmos uma vida fora da caixa proverbial – uma vida de viagens, de paixão, de aventura, de independência -, então as pressões sociais e dívidas de faculdade se tornar uma prisão que irão nos restringir uma estreita faixa de experiências. Assim que sairmos da caixa e percebemos isso, as comportas de alternativas para o caminho “normal” se abrem.

8. Inúmeras alternativas

Este é o outro lado da história que os pais supostamente não deveriam saber, ou até mesmo contemplar para seus filhos. Primeiro, ele começa com querer algo para o seu filho que é muito mais importante do que o sucesso social – a felicidade! E isso só pode ser alcançado se nós permitimos que nossos filhos vivam suas paixões. Afinal de contas, a vida é deles, a decisão é deles e o nosso trabalho é de atuar como guias para ajudá-los a seguir o seu próprio caminho, não para ditar alguma fantasia social.

Mesmo os nossos pais ainda se amargam de termos desisto da definição tradicional de sucesso para perseguir um estilo de vida alternativo de educação em casa e aventura extensa. Nossa felicidade parece ter tomado um papel secundário em sua mente em comparação com a angústia que sentem sobre a falta de seus netos, e nossa rejeição dos sonhos que tinham planejado para nós. Embora isto tenha sido um pouco doloroso, nós somos gratos a eles por ajudar a moldar o que acreditamos ser importante para os nossos filhos.

Então, quais são as alternativas disponíveis, em vez de ir para a faculdade? Primeiro, eles podem fazer cursos on-line através OpenCourseware ou iTunes U se quiserem acumular créditos para faculdade. Eles podem aprender uma habilidade, tornando-se aprendizes. Eles podem se voluntariar em uma instituição de caridade ou até mesmo uma grande empresa para aprender como as organizações funcionam. Eles podem viajar fazendo bicos ao longo do caminho (ou obter certificado ESL para ensinar Inglês no exterior). Eles podem começar seu próprio negócio, uma organização sem fins lucrativos, ou rentabilizar um blog. Eles podem encontrar um mentor ou se tornar um especialista auto-didata em uma área que os motive. Eles podem criar algo bonito, arte, música, artesanato, escrever um livro, ou construir algo. Esta lista é interminável, e eles vão ganhar grande conhecimento com cada um destes exemplos e muito mais.

Finalmente, eles podem conseguir um emprego em meio período e desfrutar de sua juventude despreocupadamente até que descubram sua paixão. Devemos parar de assumir que a “falta de direção” é igual a fracasso. Não é, se estão felizes. Não devemos desperdiçar a nossa breve vida fazendo algo que os outros esperam que façamos.

Neste momento, nossos meninos aprendem o que lhes interessa e é relevante para as suas vidas. Todos nós aprendemos melhor quando estamos inspirados. E temos muita confiança nessa abordagem para prepará-los para a vida. O universo tem um jeito engraçado de dar às pessoas o que elas desejam. Infelizmente, a maioria das pessoas estão muito ocupadas reclamando sobre a sua situação para definirem o que querem de suas vidas.

Em conclusão, nós ensinamos nossos filhos que eles devem fazer o que amam. Que a felicidade é muito mais importante do que qualquer símbolo de status ou salário, não importa o que outras pessoas pensem. Nenhum sonho é grande demais para ser alcançado. O caminho de faculdade-emprego é apenas uma das maneiras de atingir determinados objetivos, entre uma série de outras experiências, talvez, mais gratificantes.

Este artigo é a tradução de um artigo que apareceu pela primeira vez no blog de viagens da familia Bohemian Travelers.

http://truththeory.com/2012/02/29/8-reasons-to-say-no-to-college/

Vota Brasil

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Vota Brasil é um aplicativo que lhe permite dar sua opinião sobre os assuntos e discussões que são polêmicos ou de interesse geral da comunidade.

Dê seu voto e veja o resultado das enquetes em tempo real assim que outros usuários votarem também.

Divulgue entre seus amigos, me mande sugestões de enquetes que adicionarei ao aplicativo.

O código-fonte deste aplicativo se encontra no GitHub. Seu backend roda no Google App-Engine.

Baixe Vota Brasil no Google Play

Trechos de Músicas

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Já faz algum tempo que coloquei no ar o site de compartilhamento de letras de músicas http://www.trechosdemusicas.com. Após algum período de teste estou aqui divulgando-o publicamente.

Como a página inicial do site diz, seu funcionamento é simples. Busque pelo nome do artista ou música, marque o trecho e clique em “Postar”. Em alguns segundos o trecho selecionado aparecerá com uma publicação em seu mural no Facebook. Se não encontrar a música desejada, clique no menu “Contato” e me deixe uma mensagem com o nome do artista e título da música que a disponibilizarei em breve.

Já estou trabalhando em uma atualização para o site onde será possível postar também o trecho pelo Twitter e paralelamente, em breve, publicarei uma versão mobile desta aplicação no Android Market, onde você poderá compartilhar o trecho de música através de email, sms e outros meios pelo seu celular Android.

Então, fique ligado! Abraços!

Android Time Track

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During my free time I was getting used to the Android Framework so I ended up with this application.
I’m using it to track the time that I spend during work so I can register it later in our official time track tool on intranet.

The code is open and free, download, install and use at will! It is hosted at GitHub.

Feedbacks are welcome!

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